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Sistema de Detecção de Intrusões Adaptativo: Uma Nova Abordagem

Apresentando um IDS flexível pra combater ameaças cibernéticas em evolução de forma eficaz.

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IDS de Próxima GeraçãoIDS de Próxima Geraçãopara Defesa Cibernéticaas ameaças cibernéticas modernas.Um sistema poderoso feito pra enfrentar
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No mundo de hoje, a gente depende muito da tecnologia. Dispositivos conectados à internet, como gadgets de casa inteligente, estão por toda parte. Esses dispositivos ajudam com várias coisas, desde fazer bancos até compartilhar documentos importantes. Mas, essa crescente dependência da tecnologia também traz riscos, já que cibercriminosos procuram fraquezas nesses sistemas pra atacar. Pra combater essas ameaças, as organizações usam ferramentas chamadas Sistemas de Detecção de Intrusão (IDS). Esses sistemas monitoram o tráfego da rede pra identificar e responder a possíveis ataques.

A Necessidade de IDS Melhorados

As ferramentas de IDS atuais muitas vezes têm dificuldade com novos tipos de ciberataques. Muitos desses sistemas foram feitos pra reconhecer padrões de ataque específicos e podem facilmente errar ao identificar ataques desconhecidos. Esse é um problema grande porque as Ameaças Cibernéticas estão sempre mudando. Além disso, muitas vezes não há exemplos suficientes de novos ataques disponíveis pra treinamento, levando a imprecisões na detecção. Isso mostra que a gente precisa de um IDS mais flexível e adaptável que consiga aprender a identificar novas ameaças ao longo do tempo.

Nossa Solução Proposta

Nesse contexto, a gente propõe um novo IDS em duas camadas que usa um método chamado classificação de uma classe. Esse sistema funciona em duas etapas. A primeira etapa diferencia entre atividades normais e ameaças. A segunda etapa decide se um ataque detectado é conhecido ou desconhecido. A gente também combina mecanismos adicionais que permitem ao sistema aprender com ataques que ele nunca viu antes. Assim, o IDS se adapta ao longo do tempo e melhora na defesa contra novas ameaças.

Entendendo as Ameaças Cibernéticas

O aumento dos dispositivos da Internet das Coisas (IoT) levou a um aumento nos ciberataques. Os IDS tradicionais não estão preparados pra lidar com técnicas avançadas usadas pelos atacantes de hoje. Um IDS prático pra aplicações críticas continua sendo um desafio, apesar da pesquisa extensa nessa área. Muitos sistemas atuais falham em detectar novos tipos de ameaças cibernéticas de forma eficaz e têm dificuldades em aprender com novos exemplos de ataques. Portanto, é essencial atualizar os IDS continuamente pra acompanhar essas ameaças em evolução.

Ataques Zero-Day

Um dos grandes desafios em cibersegurança é a existência de vulnerabilidades zero-day. Essas são fraquezas que os atacantes exploram antes que alguém saiba sobre elas. Pesquisas mostram que detectar esses ataques é incrivelmente difícil. As organizações podem levar meses, ou até anos, pra notar essas ameaças, destacando a necessidade de um IDS que consiga identificar e responder rapidamente a esses ataques.

A Importância da Adaptabilidade

Um IDS adaptável pode aprender regularmente com novos padrões de ataque. Isso significa que ele consegue identificar novos tipos de ameaças de forma mais eficaz. No entanto, um requisito chave pra criar tal sistema é a habilidade de detectar ataques não vistos e rotulá-los pra que o sistema possa aprender. A maioria dos métodos tradicionais de IDS requer rotulagem manual de novos ataques, o que consome muito tempo. Modelos automatizados, no entanto, conseguem categorizar essas ameaças de forma rápida e eficiente.

Utilizando Aprendizado de Máquina

Usando técnicas de aprendizado de máquina, a gente pode aprimorar as capacidades do IDS. Ao construir modelos que aprendem com o comportamento regular, esses sistemas conseguem reconhecer ataques desconhecidos. Inicialmente, o sistema precisa distinguir entre atividades normais e ataques. Depois, ele precisa fazer o mesmo pra ataques desconhecidos. Muitos IDS requerem conjuntos de dados extensos com exemplos de comportamento normal e ataques pra um treinamento eficaz.

O Desafio do Desequilíbrio de Dados

Em cenários do mundo real, é desafiador obter exemplos suficientes de ataques específicos porque eles não ocorrem regularmente. Além disso, como os padrões de ataque mudam frequentemente, um sistema treinado com dados antigos pode não reconhecer novos ataques. Alguns estudos existentes sugerem usar métodos de classificação de uma classe, focando apenas no comportamento normal pra identificar atividades anormais como potenciais ataques.

O Papel dos Classificadores de Uma Classe

Classificadores de uma classe (OCC) são úteis pra esse propósito. Eles são treinados apenas com dados que representam comportamento normal e identificam ataques com base em desvios dessa norma. Embora sejam eficazes, os métodos OCC geralmente não categorizam ataques em famílias específicas, o que dificulta entender a natureza das ameaças. Nossa pesquisa foca em implementar um sistema de classificação em dois níveis que pode categorizar tanto ataques familiares quanto desconhecidos.

Uma Abordagem em Duas Camadas

O sistema que a gente propõe tem dois níveis. No primeiro nível, usamos uma técnica OCC pra separar o tráfego normal de possíveis ameaças. O segundo nível se especializa em identificar ataques conhecidos e desconhecidos. Ao treinar o modelo com ataques conhecidos, ele consegue identificar ataques desconhecidos como anomalias. A gente também incorpora um mecanismo de aprendizado supervisionado pra classificar ataques conhecidos em famílias específicas.

Agrupando Ataques Desconhecidos

Quando o modelo detecta um ataque desconhecido, a gente armazena ele pra análise posterior. Assim que conseguimos reunir um número suficiente de incidentes desconhecidos, aplicamos um método de Agrupamento pra agrupar ataques semelhantes. O maior grupo é então usado pra re-treinar tanto o modelo supervisionado quanto o OCC. Esse processo iterativo ajuda a garantir que o modelo aprenda a reconhecer novos tipos de ataques ao longo do tempo.

A Importância da Avaliação

Pra avaliar a eficácia do nosso sistema proposto, fizemos testes rigorosos usando múltiplos conjuntos de dados. Medimos várias métricas de desempenho, incluindo precisão, exatidão e pontuação F1, pra avaliar como o modelo distingue entre tráfego normal e de ataque.

Visão Geral dos Conjuntos de Dados Usados

Usamos dez conjuntos de dados diferentes para nossos experimentos, que incluem alguns conjuntos de dados de referência bem conhecidos como NSL-KDD, UNSW-NB15 e CIC-IDS2017. Os conjuntos de dados continham instâncias tanto de comportamento normal quanto de vários tipos de ataques, o que nos permitiu validar o desempenho do nosso modelo de forma eficaz.

Métricas de Desempenho

Pra medir o quão bem nosso modelo funciona, focamos em várias métricas-chave. A precisão indica a proporção de instâncias corretamente identificadas, enquanto a exatidão reflete a proporção de detecções verdadeiramente positivas entre todas as previsões positivas. A revocação foca em como o sistema identifica todas as instâncias de tipos específicos de ataque. A pontuação F1 demonstra um equilíbrio entre exatidão e revocação, o que é especialmente importante em sistemas que lidam com conjuntos de dados desequilibrados.

Resultados e Descobertas

Depois de testar nosso modelo nos conjuntos de dados, descobrimos que nosso IDS em duas camadas supera significativamente os sistemas existentes na detecção de ataques conhecidos e desconhecidos. O primeiro nível do nosso modelo distingue efetivamente entre tráfego normal e de ataque. O segundo nível categoriza com precisão ataques conhecidos e reconhece os desconhecidos.

Abordando Limitações

Embora nosso sistema mostre potencial, ainda existem algumas limitações. Por exemplo, a precisão do modelo pode cair quando várias categorias de ataque estão presentes. A pesquisa contínua visa refinar os processos de agrupamento e re-treinamento pra aprimorar ainda mais o desempenho geral.

Direções Futuras

Pra melhorar a adaptabilidade do IDS, o trabalho futuro vai focar em melhorar os métodos de agrupamento e reduzir a dependência de dados rotulados. A gente também pretende simplificar o processo de treinamento, facilitando pro sistema aprender com novos dados sem comprometer sua capacidade de detectar ameaças.

Conclusão

Em conclusão, nosso IDS adaptável em duas camadas apresenta uma estrutura robusta pra lidar com ameaças cibernéticas emergentes. Ao usar técnicas de classificação de uma classe e agrupamento, o sistema se adapta ao longo do tempo, tornando-se cada vez mais eficaz em reconhecer e categorizar tanto ataques conhecidos quanto desconhecidos. Com melhorias contínuas, esse modelo tem o potencial de estabelecer novos padrões em detecção de intrusões, contribuindo pra um ambiente digital mais seguro.

Fonte original

Título: A Dual-Tier Adaptive One-Class Classification IDS for Emerging Cyberthreats

Resumo: In today's digital age, our dependence on IoT (Internet of Things) and IIoT (Industrial IoT) systems has grown immensely, which facilitates sensitive activities such as banking transactions and personal, enterprise data, and legal document exchanges. Cyberattackers consistently exploit weak security measures and tools. The Network Intrusion Detection System (IDS) acts as a primary tool against such cyber threats. However, machine learning-based IDSs, when trained on specific attack patterns, often misclassify new emerging cyberattacks. Further, the limited availability of attack instances for training a supervised learner and the ever-evolving nature of cyber threats further complicate the matter. This emphasizes the need for an adaptable IDS framework capable of recognizing and learning from unfamiliar/unseen attacks over time. In this research, we propose a one-class classification-driven IDS system structured on two tiers. The first tier distinguishes between normal activities and attacks/threats, while the second tier determines if the detected attack is known or unknown. Within this second tier, we also embed a multi-classification mechanism coupled with a clustering algorithm. This model not only identifies unseen attacks but also uses them for retraining them by clustering unseen attacks. This enables our model to be future-proofed, capable of evolving with emerging threat patterns. Leveraging one-class classifiers (OCC) at the first level, our approach bypasses the need for attack samples, addressing data imbalance and zero-day attack concerns and OCC at the second level can effectively separate unknown attacks from the known attacks. Our methodology and evaluations indicate that the presented framework exhibits promising potential for real-world deployments.

Autores: Md. Ashraf Uddin, Sunil Aryal, Mohamed Reda Bouadjenek, Muna Al-Hawawreh, Md. Alamin Talukder

Última atualização: 2024-03-17 00:00:00

Idioma: English

Fonte URL: https://arxiv.org/abs/2403.13010

Fonte PDF: https://arxiv.org/pdf/2403.13010

Licença: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

Alterações: Este resumo foi elaborado com a assistência da AI e pode conter imprecisões. Para obter informações exactas, consulte os documentos originais ligados aqui.

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