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Medindo a Recuperação do Equilíbrio Após o AVC

O estudo investiga ferramentas de medição de equilíbrio para a recuperação de AVC.

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Índice

Depois de um AVC, a galera geralmente enfrenta várias dificuldades, incluindo problemas com movimento, Equilíbrio e risco de quedas. Essas paradas podem dificultar a vida diária e causar mais lesões. Pra entender melhor e lidar com essas questões, é importante avaliar como as pessoas conseguem manter o equilíbrio. Esse artigo foca em usar umas placas especiais chamadas Placas de Força pra medir o equilíbrio em quem tá na fase inicial de recuperação após um AVC.

Problemas de Equilíbrio Após AVC

Quando alguém tem um AVC, isso pode levar a condições como espasticidade (rigidez muscular), fraqueza de um lado do corpo, dificuldade pra manter o equilíbrio e uma chance maior de cair. Esses problemas variam de pessoa pra pessoa, dependendo de como o AVC afetou cada um. Avaliações completas do equilíbrio são necessárias pra ajudar a identificar esses problemas e criar um plano de recuperação.

Importância das Ferramentas de Medida Válidas

Pra que as avaliações de equilíbrio sejam úteis, as ferramentas usadas precisam medir com precisão o que se propõem a medir. Isso quer dizer que, se uma ferramenta de medição é usada, sua confiabilidade e validade na população específica precisam ser estabelecidas. Por exemplo, ferramentas validadas em outras populações podem não ser adequadas pra sobreviventes de AVC.

Placas de Força como Ferramentas de Medida

As placas de força são usadas com frequência em pesquisas pra avaliar o equilíbrio. Elas registram como o peso é distribuído e como o corpo se move quando tá em pé. Diferentes medidas obtidas das placas de força podem dar uma ideia sobre o controle do equilíbrio e ajudar a identificar áreas que precisam de melhoria. No entanto, ainda não tá claro quão eficazes elas são em medir o equilíbrio especificamente de indivíduos que estão se recuperando de um AVC.

Pesquisas Anteriores sobre Medidas de Equilíbrio

Muitos estudos anteriores já analisaram medidas de equilíbrio em pessoas que tiveram AVC, mas ainda existem lacunas no conhecimento. Algumas pesquisas olharam pra diferentes medidas de equilíbrio e como elas se relacionam. Porém, a validação das medidas de placas de força na fase inicial da recuperação de AVC é limitada. Essa fase, que dura de sete dias a seis meses após o AVC, é crucial pra recuperação, já que o corpo geralmente ainda tá se ajustando e melhorando nesse tempo.

Objetivos deste Estudo

O principal objetivo desse estudo foi validar o uso das medidas de placas de força pra avaliar o equilíbrio em pessoas se recuperando de um AVC. Especificamente, a gente queria:

  1. Determinar quão bem essas medidas de placas de força se correlacionam com testes de equilíbrio já estabelecidos.
  2. Avaliar quão eficazes essas medidas podem ser pra distinguir entre indivíduos que estão em risco de quedas e aqueles que não estão.

Além disso, queríamos explorar quaisquer ligações entre as medidas das placas de força e as Habilidades Motoras no membro afetado, assim como a confiança no equilíbrio.

Participantes e Metodologia

Os participantes desse estudo eram pessoas que tinham recentemente passado por um AVC e estavam em reabilitação. Eles precisavam atender a critérios específicos, incluindo conseguir ficar em pé sozinhos por pelo menos um minuto. Os dados foram coletados de um estudo anterior onde os participantes foram avaliados usando placas de força enquanto estavam em pé, permitindo que os pesquisadores reunissem informações relevantes sobre equilíbrio.

Os participantes ficaram em pé em duas placas de força lado a lado, com os pés posicionados de uma forma padrão. Durante a avaliação, foram registrados dados, incluindo a velocidade com que o centro de pressão se movia, o que indica quão estáveis eles estavam enquanto estavam em pé.

Avaliando Habilidades de Equilíbrio

Além de usar as placas de força, os participantes passaram por várias avaliações clínicas pra verificar suas habilidades de equilíbrio. Essas avaliações incluíram testes que mediram seu desempenho em tarefas de equilíbrio e sua confiança em manter o equilíbrio. Informações também foram coletadas sobre seu histórico de quedas durante a internação.

Análise de Dados

Os dados coletados dos participantes foram analisados pra determinar se as medidas das placas de força poderiam distinguir efetivamente entre indivíduos que tinham caído e aqueles que não tinham. Isso envolveu medir quão bem diferentes habilidades de equilíbrio se correlacionavam com avaliações estabelecidas.

Principais Descobertas

O estudo encontrou que a velocidade média do centro de pressão mostrou uma correlação moderada com testes de equilíbrio tradicionais. Isso significa que indivíduos com pior equilíbrio, conforme indicado pelas medidas das placas de força, tendiam a ter notas mais baixas nas avaliações clínicas de equilíbrio.

A medida de Assimetria de peso, que analisou como o peso era distribuído nas duas pernas, se mostrou a mais eficaz em distinguir entre aqueles que tinham um histórico de quedas e aqueles que não tinham. Isso é importante porque destaca que indivíduos que colocam mais peso na perna mais forte podem estar em maior risco de quedas.

Discussões e Implicações

As descobertas sugerem que a assimetria de peso é um indicador chave de problemas de equilíbrio em indivíduos se recuperando de um AVC. Conseguir identificar indivíduos que estão em risco de quedas permite que os profissionais de saúde implementem intervenções direcionadas pra ajudar a reduzir esse risco.

O estudo também aponta que avaliações clínicas tradicionais de equilíbrio e medidas de placas de força podem avaliar diferentes aspectos do equilíbrio. Enquanto os testes clínicos medem o desempenho geral, as placas de força fornecem insights sobre os processos subjacentes que afetam o controle do equilíbrio.

Conclusão

Validar as medidas das placas de força pra avaliar o equilíbrio em sobreviventes de AVC é um grande passo pra entender e lidar com os problemas de equilíbrio. Essas descobertas mostram que certas medidas podem ajudar a identificar indivíduos em risco de quedas e fornecer informações valiosas pra o planejamento do tratamento.

Mais pesquisas são necessárias pra continuar explorando como as medidas das placas de força podem ser usadas efetivamente em várias etapas da recuperação e em diferentes populações. Entender o controle do equilíbrio pós-AVC vai, em última análise, levar a melhores resultados pra indivíduos enfrentando esses desafios.

Usando tanto avaliações tradicionais quanto tecnologia moderna como placas de força, podemos ter uma visão completa das habilidades de equilíbrio de uma pessoa e criar programas de reabilitação personalizados pra apoiar sua recuperação.

Fonte original

Título: Concurrent validity and discriminative ability of force plate measures of balance during the sub-acute stage of stroke recovery

Resumo: BackgroundMany objective measures of balance control, including force plate measures of standing balance, lack sufficient validation for use in the stroke population. Research questionsDo force plate measures of quiet standing balance during the sub-acute stage of stroke recovery have concurrent validity (i.e., correlate with functional balance measures) and discriminative ability (i.e., differentiate fallers from non-fallers and/or those with low-moderate versus high risk of falling)? MethodsParticipants completed one trial of quiet standing with eyes open, lasting for 30 seconds. Mean speeds of centre of pressure along the anterior-posterior and medial-lateral axes, weight-bearing asymmetry, and symmetry index were calculated. Concurrent validity of these measures were established against the Berg Balance Scale; their abilities in differentiating fallers from non-fallers, and individuals with low-moderate versus high risk of falling were evaluated using the area under the receiver operating curve (AUC). ResultsAmong the measures studied, mean speed of centre of pressure along the anterior-posterior axis demonstrated the strongest correlation with the Berg Balance Scale ({rho}=-0.430, p-value=0.01). Weight-bearing asymmetry showed the highest ability in differentiating fallers from non-fallers (AUC= 0.69), as well as individuals with low-moderate versus high risk of falling (AUC= 0.66). SignificanceOur findings suggest that speed of centre of pressure along the anterior-posterior axis, and weight-bearing asymmetry are valid for use in the sub-acute stage of stroke recovery. These validated measures can better inform rehabilitation practice about the ability of upright standing balance following a stroke.

Autores: Avril Mansfield, R. Aryan, K. K. Patterson, E. L. Inness, G. Mochizuki

Última atualização: 2024-04-19 00:00:00

Idioma: English

Fonte URL: https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2024.04.18.24306027

Fonte PDF: https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2024.04.18.24306027.full.pdf

Licença: https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/

Alterações: Este resumo foi elaborado com a assistência da AI e pode conter imprecisões. Para obter informações exactas, consulte os documentos originais ligados aqui.

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