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# Ciências da saúde# Nutrizione

O Impacto das Amêndoas no Metabolismo e na Saúde

Estudo mostra que amêndoas melhoram como nosso corpo processa açúcares e gorduras.

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A dieta, metabolismo e saúde estão super ligados. Há muito tempo, os pesquisadores estudam como o que comemos afeta os processos do nosso corpo. Estudos recentes começaram a investigar como alguns alimentos específicos podem mudar a forma como nosso corpo processa os nutrientes e, por consequência, como isso está relacionado com a nossa saúde.

O Papel da Metabolômica

Metabolômica é uma área que nos ajuda a ver em detalhes como diferentes alimentos afetam nosso corpo. Embora muitos estudos tenham olhado para como a dieta impacta o metabolismo, poucos focaram especificamente no que acontece no corpo depois de uma rápida dose de açúcar, tipo quando alguém toma uma bebida adoçada.

Um estudo notável analisou como a perda de peso mudou certas Substâncias no corpo depois de consumir açúcar. Mesmo que algumas mudanças não parecessem estatisticamente significativas, elas destacaram padrões que têm a ver com a saúde metabólica. Por exemplo, certas substâncias aumentaram após a intervenção de perda de peso, o que pode ser importante para entender melhor o metabolismo.

Os Benefícios das Nozes na Nossa Dieta

Entre os alimentos que foram estudados, as nozes, principalmente as amêndoas, se destacam. As amêndoas são cheias de gorduras saudáveis, proteínas, fibras, vitaminas e outros compostos benéficos. Pesquisas anteriores indicaram que beliscar amêndoas poderia ajudar a regular melhor os níveis de açúcar no sangue após as refeições do que comer alimentos açucarados tradicionais, como bolachas.

Em um estudo onde os participantes comeram amêndoas por oito semanas, os pesquisadores notaram mudanças em como os corpos deles processaram gorduras e açúcares. Essas mudanças estavam ligadas a melhorias nos marcadores de saúde deles.

O Foco do Estudo Atual

Aproveitando os achados anteriores, este estudo analisa como comer amêndoas ou bolachas influência a resposta do corpo ao açúcar ao longo de oito semanas. O objetivo é ver como beliscar afeta as substâncias no nosso sangue, especialmente depois de um desafio de açúcar.

O estudo envolveu 73 jovens adultos, homens e mulheres, com pesos corporais variados. Eles foram divididos em dois grupos: um comeu amêndoas e o outro comeu bolachas. Amostras de sangue foram coletadas antes e depois de consumirem açúcar para acompanhar como os corpos reagiram.

Métodos Usados no Estudo

Diversos métodos científicos foram usados para analisar as amostras de sangue. Os pesquisadores empregaram técnicas avançadas para identificar e medir substâncias no sangue. Os dados coletados ajudaram a revelar como o corpo reagiu ao longo do tempo ao desafio de açúcar.

Para entender os efeitos das amêndoas em comparação com as bolachas, os pesquisadores usaram vários métodos de análise para ver como as substâncias no sangue mudaram ao longo do tempo.

Observando Mudanças nos Metabólitos

A análise revelou que diferentes substâncias no sangue mudaram em resposta à ingestão de açúcar. As respostas dos participantes variaram dependendo do que eles comeram. Quatro padrões distintos foram identificados, revelando como os corpos reagiram ao desafio de açúcar.

Principais Descobertas do Estudo

Um total de 268 substâncias mostraram mudanças significativas com base no tempo em que foram medidas. O grupo que comeu amêndoas mostrou níveis mais altos de algumas substâncias benéficas e níveis mais baixos de certas outras comparado ao grupo das bolachas.

Essas observações sugerem que comer amêndoas pode mudar a forma como o corpo metaboliza açúcares e gorduras, o que pode ter implicações importantes para a saúde.

Impacto do Consumo de Amêndoas

As amêndoas foram associadas a vários efeitos positivos no metabolismo. Por exemplo, o grupo que comeu amêndoas mostrou níveis mais baixos de certos Ácidos Graxos ligados a riscos potenciais à saúde. Eles também demonstraram níveis mais altos de substâncias benéficas envolvidas em processos como redução da inflamação e melhora da saúde cardíaca.

O estudo indica que comer amêndoas pode levar a diferentes resultados de saúde em comparação com outros lanches, como as bolachas.

A Interação entre Dieta e Sensibilidade à insulina

Outra área de foco foi como o consumo de amêndoas afetou a sensibilidade à insulina, que é a eficiência com que o corpo usa insulina para gerenciar os níveis de açúcar no sangue. Os resultados mostraram que os indivíduos que comeram amêndoas tiveram uma melhor resposta à insulina após consumir açúcar.

Isso sugere que as amêndoas poderiam ajudar o corpo a gerenciar melhor o açúcar no sangue, reduzindo o risco de problemas de saúde relacionados à resistência à insulina.

A Natureza Dinâmica do Metabolismo

O estudo destacou a importância de observar como nossos corpos reagem aos alimentos ao longo do tempo, em vez de apenas medir mudanças em um único ponto. A resposta imediata à ingestão de açúcar revelou muito sobre como a dieta influencia a saúde.

Os pesquisadores observaram que a resposta do corpo ao açúcar não era constante, mas variava dependendo do tipo de alimento consumido e do momento das medições.

Conclusão e Direções Futuras de Pesquisa

Esta pesquisa destaca a relação complexa entre dieta e saúde metabólica. Comer amêndoas parece beneficiar os indivíduos ao mudar como seus corpos lidam com açúcar e gordura.

Entender esses efeitos pode ajudar a direcionar recomendações dietéticas para melhores resultados de saúde. Estudos futuros devem continuar explorando essas relações para descobrir as vias e mecanismos específicos envolvidos, focando especialmente em como diferentes alimentos afetam o corpo durante desafios dietéticos imediatos e de longo prazo.

Em resumo, as descobertas reforçam a ideia de que o que comemos, como incluir amêndoas na dieta, pode impactar significativamente nosso metabolismo, saúde e bem-estar.

Fonte original

Título: Metabolic Responses to an Acute Glucose Challenge: The Differential Effects of Eight Weeks of Almond vs. Cracker Consumption in Young Adults

Resumo: This study investigated the dynamic responses to an acute glucose challenge following chronic almond versus cracker consumption for 8 weeks (clinicaltrials.gov ID: NCT03084003). Seventy-three young adults (age: 18-19 years, BMI: 18-41 kg/m2) participated in an 8-week randomized, controlled, parallel-arm intervention and were randomly assigned to consume either almonds (2 oz/d, n=38) or an isocaloric control snack of graham crackers (325 kcal/d, n=35) daily for 8 weeks. Twenty participants from each group underwent a 2-hour oral glucose tolerance test (oGTT) at the end of the 8-week intervention. Metabolite abundances in the oGTT serum samples were quantified using untargeted metabolomics, and targeted analyses for free PUFAs, total fatty acids, oxylipins, and endocannabinoids. Multivariate, univariate, and chemical enrichment analyses were conducted to identify significant metabolic shifts. Findings exhibit a biphasic lipid response distinguished by higher levels of unsaturated triglycerides in the earlier periods of the oGTT followed by lower levels in the latter period in the almond versus cracker group (p-value

Autores: Jaapna Dhillon, S. Pandey, J. W. Newman, O. Fiehn, R. M. Ortiz

Última atualização: 2024-05-20 00:00:00

Idioma: English

Fonte URL: https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2024.05.19.24307571

Fonte PDF: https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2024.05.19.24307571.full.pdf

Licença: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

Alterações: Este resumo foi elaborado com a assistência da AI e pode conter imprecisões. Para obter informações exactas, consulte os documentos originais ligados aqui.

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