Apresentando o TAPP: Uma Revolução na Atenção Primária
A TAPP ajuda as clínicas a avaliarem seu desempenho pra oferecer um atendimento melhor pros pacientes.
Lorraine Kwok, Margaret M. Paul, Stephanie L. Albert, Daphna Harel, Saul B. Blecker, Bryan J. Weiner, Laura J. Damschroder, Deborah J. Cohen, Ann M. Nguyen, Donna R. Shelley, Carolyn A. Berry
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Índice
- A Necessidade de Boas Ferramentas na Saúde
- O Que é a TAPP?
- O Processo de Criação da TAPP
- Coletando Conhecimento
- Construindo a Estrutura
- As Quatro Fases de Desenvolvimento
- 1. Seleção e Refinamento de Itens
- 2. Desenvolvimento do Ferramenta de Pesquisa
- 3. Entrevistas Cognitivas
- 4. Teste Piloto
- Os Resultados da TAPP
- Como a TAPP Funciona
- A Importância da TAPP
- Um Recurso para os Prestadores
- O Futuro da TAPP
- Conclusão
- Fonte original
Saúde é algo sério, e garantir que tudo funcione bem é ainda mais sério. Com o objetivo de melhorar como entregamos o Atendimento Primário, uma nova ferramenta foi desenvolvida para ajudar as clínicas a avaliar seu desempenho. Essa ferramenta é conhecida como a Ferramenta para Avançar o Desempenho da Prática (TAPP). E o que tem de tão especial nela? Bom, diferente de algumas ferramentas que você encontra paradas em uma caixa, a TAPP é toda sobre guiar os prestadores de saúde de um jeito inteligente e eficiente.
A Necessidade de Boas Ferramentas na Saúde
Nos últimos anos, a saúde tem evoluído. Novos modelos e ideias estão aparecendo como pipoca em cinema. Eles prometem um atendimento melhor para os pacientes, seja para gerenciar problemas de saúde persistentes ou só para se manterem bem. Isso levou ao desenvolvimento de várias diretrizes. Essas diretrizes são baseadas em evidências sólidas, ou seja, foram testadas e mostraram que ajudam a melhorar a Qualidade do Atendimento e os resultados para os pacientes.
Ainda assim, mesmo com essas diretrizes, muitas clínicas têm dificuldade em colocá-las em prática. É como ter a melhor receita de biscoitos de chocolate mas acabar com panquecas murchas. A TAPP quer unir essas pontas.
O Que é a TAPP?
Então, o que exatamente é a TAPP? Imagine uma lista de verificação amigável que permite que os prestadores de saúde avaliem suas configurações e processos. A TAPP ajuda eles a descobrir o que tá funcionando bem e o que precisa de um retoque. Ela divide vários fatores em partes gerenciáveis, facilitando para as práticas melhorarem a qualidade do atendimento.
Essa ferramenta foi feita para os prestadores de cuidados primários—pense neles como os ajudantes super-heróis do mundo da saúde. Eles são os que interagem com os pacientes diariamente e sabem o que faz uma prática funcionar (ou, às vezes, tic-tac). A TAPP foi pensada para ser fácil de usar, então teoricamente poderia ser preenchida mais rápido do que esperar seu programa no Netflix carregar.
O Processo de Criação da TAPP
Criar uma ferramenta como a TAPP não foi fácil. Demandou muito planejamento cuidadoso e trabalho duro. Primeiro, os pesquisadores foram à busca de informações de várias fontes de saúde. Eles examinaram estudos, lideraram discussões com especialistas e até entrevistaram prestadores de saúde. É tudo sobre coletar sabedoria de vários cantos do mundo do atendimento primário.
Coletando Conhecimento
O primeiro passo foi dar uma olhada na literatura existente, que é só uma forma chique de dizer “procurar estudos e artigos.” Esses artigos continham informações valiosas sobre o que faz práticas de saúde serem eficazes. Os pesquisadores procuraram qualquer coisa que ligasse as estruturas e processos das práticas de saúde primária à qualidade do atendimento que oferecem.
Em seguida, rolou um estudo Delphi. Não, não é um novo tipo de sanduíche; é um método onde especialistas avaliam ideias com base na sua importância. Nesse caso, um grupo de 29 profissionais avaliou vários aspectos da gestão do atendimento e estratégias preventivas. Se eles achassem algo valioso, isso entrava na ferramenta final.
Por fim, foram realizadas entrevistas qualitativas com prestadores de saúde de práticas de cuidados primários de alto desempenho. Isso significa que os pesquisadores conversaram com pessoas que estão na linha de frente. Pense nisso como perguntar ao chef como ele mantém a cozinha funcionando bem. As respostas ajudaram a aprimorar ainda mais a ferramenta.
Construindo a Estrutura
Com todas essas informações coletadas, os pesquisadores precisavam de uma forma de organizá-las. Eles criaram uma estrutura com oito categorias principais, ou domínios, cobrindo os vários aspectos do atendimento primário. Esses domínios podem ser vistos como diferentes sabores de sorvete—cada um gostoso à sua maneira.
- Abordar Fatores Sociais e Incentivar o Engajamento do Paciente
- Reduzir Fatores de Risco Clínico
- Fornecer Atendimento Aprimorado
- Ampliar o Acesso ao Atendimento
- Fornecer Serviços Auxiliares
- Estabelecer Processos e Fluxos de Trabalho da Equipe de Cuidado
- Usar Sistemas de Informação Clínica
- Usar Dados e Evidências
Cada uma dessas áreas desempenha um papel crucial na melhoria da qualidade do atendimento geral. Focando nesses domínios, as práticas podem identificar áreas específicas para melhorar.
As Quatro Fases de Desenvolvimento
A TAPP foi desenvolvida através de um processo bem definido que envolveu quatro fases principais:
1. Seleção e Refinamento de Itens
Depois que os pesquisadores conseguiram um monte de informações, eles precisaram decidir quais perguntas e itens eram mais relevantes. Usaram um sistema rigoroso de pontuação, garantindo que cada item tinha evidências fortes para apoiá-lo. Foi como escolher as melhores maçãs de um cesto para fazer a torta perfeita.
2. Desenvolvimento do Ferramenta de Pesquisa
Agora que tinham sua lista de perguntas, era hora de colocá-las em um formato fácil de usar. Os pesquisadores queriam que a ferramenta fosse preenchida rapidamente—mirando em 30 minutos ou menos. A maioria das perguntas era sim, não ou não sei, tornando fácil de responder. Sem necessidade de escrever uma tese aqui.
3. Entrevistas Cognitivas
Esse passo envolveu pedir para a equipe de saúde testar a ferramenta. Eles explicaram seus pensamentos enquanto respondiam às perguntas, permitindo que os pesquisadores entendessem como as perguntas eram percebidas. O feedback dessas entrevistas foi usado para melhorar a clareza, e alguns itens foram até eliminados se não faziam sentido.
4. Teste Piloto
Por fim, a ferramenta foi testada com um grupo de profissionais da saúde para garantir que tudo funcionasse bem. Essa etapa foi crucial para garantir que a ferramenta funcionasse como deveria e para identificar quaisquer obstáculos. Se não funcionasse legal, poderia ser como tentar dirigir um carro com rodas quadradas—definitivamente nada eficaz!
Os Resultados da TAPP
Depois de muito trabalho e refinamento, a TAPP surgiu como uma ferramenta robusta que avalia 113 diferentes estruturas e processos no atendimento primário. Ela pode ajudar as práticas a avaliar seu desempenho e identificar áreas específicas que precisam de melhorias.
Como a TAPP Funciona
A ferramenta TAPP captura vários aspectos do atendimento primário. Pense nela como um guia amigável conduzindo as práticas por uma série de perguntas importantes. Cada pergunta é cuidadosamente elaborada para fornecer insights sobre o funcionamento da prática.
A ideia é que, ao mudar certas estruturas ou processos, os prestadores de saúde podem esperar ver melhorias na qualidade do atendimento. Se uma prática descobrir que está em falta com o engajamento dos pacientes, por exemplo, pode implementar estratégias para melhorar a comunicação e interação com seus pacientes.
A Importância da TAPP
A TAPP não é apenas mais uma ferramenta acumulando poeira em uma prateleira. Ela tem o potencial de fazer uma diferença real no mundo do atendimento primário. Ao fornecer uma forma estruturada de avaliar o desempenho, a TAPP pode ajudar os profissionais a melhorar o cuidado que oferecem e a aprimorar os resultados para os pacientes.
Um Recurso para os Prestadores
Os prestadores de saúde podem usar a TAPP como um guia de autoavaliação, dando a eles a oportunidade de entender o quão bem estão se saindo. Isso pode levar a um atendimento melhor para os pacientes e menos panquecas murchas ao tentar fazer biscoitos.
O Futuro da TAPP
A TAPP não está descansando sobre os louros; ela tem grandes planos para o futuro. Os pesquisadores estão buscando avaliar sua pontuação e confiabilidade com base nos dados coletados de diferentes práticas em todo o país. Em termos simples, eles querem garantir que a ferramenta esteja funcionando como deveria e trazendo os resultados desejados.
Além disso, o uso crescente de telessaúde está no radar dos pesquisadores. À medida que a saúde continua a se adaptar a novas tecnologias, será importante avaliar como esses avanços podem ser incorporados na estrutura da TAPP.
Conclusão
Em resumo, a Ferramenta para Avançar o Desempenho da Prática (TAPP) está aqui para fazer ondas no atendimento primário. Desenvolvida através de um processo meticuloso de pesquisa, contribuição de especialistas e feedback do mundo real, ela se apresenta como um recurso poderoso para os prestadores de saúde.
Com seu foco em ajudar as clínicas a avaliar seu desempenho, a TAPP visa aprimorar a qualidade do atendimento e melhorar os resultados dos pacientes. Assim como um fiel ajudante pronto para ajudar super-heróis a salvar o dia, a TAPP está aqui para oferecer suporte na busca por uma melhor saúde em geral.
Então, da próxima vez que você estiver em um atendimento primário, lembre-se de que há uma nova ferramenta na área, e ela está pronta para ajudar os prestadores a atender os pacientes com mais eficiência e eficácia. Afinal, todo mundo merece um toque de qualidade na sua experiência de saúde!
Fonte original
Título: Development of the Tool for Advancing Practice Performance, a practice-level survey to assess primary care structures and processes
Resumo: Despite progress to define primary care practice transformation models, there remains gaps in translating evidence-based guidelines into routine clinical care. Primary care providers (MD, DO, NP, PA) and researchers need tools to assess modifiable factors that improve practice performance to inform practice transformation efforts. We aimed to develop a pragmatic tool for assessing practice-level primary care structures and processes that are associated with better care quality and clinical outcomes. We generated 314 candidate items for the Tool for Advancing Practice Performance (TAPP) using data from a comprehensive literature review, Delphi study, and qualitative interviews with high-performing practices. We used empirical criteria and expert review to eliminate redundancy and improve clarity via removing and retaining items. The retained items were formatted into a survey tool, and we further revised the tool based on feedback elicited from cognitive interviews and pilot testing with primary care providers and staff. The final candidate pool comprised 126 items after refinement and expert review. For the survey tool, we adapted and developed survey questions for each of the 126 items. Eight cognitive interview participants reviewed the tool and provided feedback on its content and language. Based on this feedback, we eliminated 13 items because they were poorly or incorrectly understood by participants, resulting in a 113-item tool. Fifteen participants pilot tested the tool and no additional items were eliminated. The TAPP is a novel, low-burden tool that researchers and primary care providers can use to identify areas for improvement at the practice-level. Practices and health systems could use the TAPP to assess their own performance and identify gaps in their structures and processes, and practice networks and health systems can use the tool to assess structures and processes at individual clinics, track this information over time, and evaluate its relationship to care quality and clinical outcomes.
Autores: Lorraine Kwok, Margaret M. Paul, Stephanie L. Albert, Daphna Harel, Saul B. Blecker, Bryan J. Weiner, Laura J. Damschroder, Deborah J. Cohen, Ann M. Nguyen, Donna R. Shelley, Carolyn A. Berry
Última atualização: 2024-12-01 00:00:00
Idioma: English
Fonte URL: https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2024.11.28.24318176
Fonte PDF: https://www.medrxiv.org/content/10.1101/2024.11.28.24318176.full.pdf
Licença: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/
Alterações: Este resumo foi elaborado com a assistência da AI e pode conter imprecisões. Para obter informações exactas, consulte os documentos originais ligados aqui.
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