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# Biologia # Neurociência

Como o Ambiente Molda o Comportamento dos Adolescentes

Explore o impacto da família, escola e vizinhança nas mentes jovens.

Jivesh Ramduny, Samuel Paskewitz, Inti A. Brazil, Arielle Baskin-Sommers

― 8 min ler


Mentes de Adolescentes e Mentes de Adolescentes e Seu Ambiente comportamento dos adolescentes. Descubra como o entorno influencia o
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Os anos de adolescência podem ser complicados. A maioria dos jovens passa por mudanças que moldam quem eles são, tanto na mente quanto no corpo. Pesquisas mostram que essas mudanças podem estar ligadas ao cérebro e aos Ambientes onde os adolescentes vivem. Mas o que isso realmente significa? Vamos simplificar de um jeito que até sua avó consegue entender.

O Mundo ao Redor dos Adolescentes

Quando falamos sobre o ambiente de um adolescente, estamos olhando tudo, desde a vida familiar até o bairro onde cresceram. Uma família amorosa pode fazer diferença, mas um bairro problemático também pode. Esses fatores ambientais podem afetar muito como um adolescente se desenvolve e funciona.

Família Importa

As Famílias são como os primeiros professores para as crianças. Seja uma mãe solteira ou dois pais, o ambiente familiar tem um papel gigante. Quando os pais brigam muito ou não demonstram amor, isso pode trazer problemas para os filhos. Por outro lado, uma parentalidade apoiadora cria uma criança feliz. Coisas simples como jantares em família e abraços podem ter um impacto positivo duradouro.

Vida Escolar

As Escolas também influenciam demais as crianças. Uma boa escola pode inspirar as mentes jovens, enquanto uma escola mal administrada pode deixar os alunos perdidos. Professores que se importam ajudam os alunos a ter sucesso, enquanto aqueles que não se importam podem causar outros problemas.

Vizinhanças Contam

O bairro também desempenha um papel. Se os adolescentes crescem em áreas seguras com parques e amigos, eles têm mais chances de prosperar. Mas em bairros com alta criminalidade ou falta de infraestrutura, isso pode gerar um estresse grande para os jovens.

Políticas e Leis

Até as leis de uma comunidade podem mudar como as crianças crescem. Políticas sobre coisas como maconha podem moldar os valores com os quais as crianças crescem. Embora ter maconha legal possa parecer divertido, e a mensagem que isso passa para os jovens sobre comportamento responsável? Essas leis podem ter efeitos indiretos na vida das crianças.

O Cérebro: O Centro de Controle

O cérebro é como o centro de controle para tudo que fazemos. Sim, aquela massa gelatinosa na nossa cabeça é responsável pelas nossas ações, emoções e pensamentos. Durante os anos de adolescência, o cérebro ainda está se desenvolvendo e mudando. Isso torna os adolescentes emocionantes e imprevisíveis—como uma montanha-russa sem a barra de segurança.

O que Acontece no Cérebro?

À medida que as crianças crescem, seus cérebros passam por muitas mudanças. Uma parte importante do cérebro envolvida em sentimentos e autocontrole é chamada de subcortex. Essa área pode ser influenciada pelos ambientes mencionados antes. Então, quando falamos sobre problemas cerebrais nos adolescentes, muitas vezes estamos olhando como seus arredores moldaram seu desenvolvimento.

Problemas Externalizantes vs. Internalizantes

Quando as crianças enfrentam problemas, elas podem demonstrá-los de diferentes maneiras. Algumas crianças agem (externalizando), enquanto outras podem se retirar (internalizando). Reconhecer qual caminho uma criança pode seguir pode ajudar a guiar intervenções. Se entendermos os ambientes que moldam esses comportamentos, podemos oferecer um suporte melhor.

A Grande Mistura de Fatores

É claro que o ambiente de uma criança, incluindo família, escola e o bairro, pode afetar seu cérebro e comportamento. Não vamos esquecer que esses ambientes não existem isoladamente. Eles interagem de uma forma complexa, como uma dança intrincada — às vezes graciosa e às vezes um pouco desafinada.

Combinando Influências

Para realmente entender o que cria problemas para as crianças, os pesquisadores começaram a olhar combinações de ambientes. Eles descobriram que crianças que enfrentam problemas em várias áreas—como lares estressantes e bairros inseguros—têm uma chance maior de desenvolver dificuldades. Essa interação nos ajuda a reconhecer que não é apenas um fator, mas uma mistura deles que cria desafios para os jovens.

Por Que Focar em Múltiplas Áreas?

Abordar os problemas dos adolescentes de diferentes ângulos pode levar a soluções melhores. Reconhecendo como diferentes ambientes trabalham juntos, podemos criar intervenções mais direcionadas. É como tentar consertar um carro considerando o motor, os pneus e os freios, em vez de apenas uma parte.

Passos à Frente: O Estudo

Pesquisas recentes analisaram mais de perto como fatores ambientais e o desenvolvimento cerebral estão ligados ao comportamento adolescente. Ao usar um grande grupo de crianças de diferentes áreas, os pesquisadores puderam ver padrões surgirem.

O Estudo ABCD

Um estudo importante, chamado Estudo ABCD, coletou dados de milhares de crianças ao longo de vários anos. Essa pesquisa focou em informações demográficas, ambientes, comportamentos e exames de imagem do cérebro. Imagine uma enorme caça ao tesouro onde o tesouro é entender como as crianças se desenvolvem!

Analisando Perfis

Usando métodos de análise inteligentes, os pesquisadores identificaram diferentes perfis com base nas experiências das crianças. Esses perfis ajudam a categorizar os jovens em grupos que compartilham histórias e desafios semelhantes. Com esses perfis, é mais fácil ver que tipos de ambientes criam os melhores—ou piores—resultados de desenvolvimento.

Os Perfis: Um Olhar Mais Próximo

Depois de analisar todos os dados, os pesquisadores encontraram nove perfis distintos. Cada perfil revela uma combinação diferente de fatores familiares, escolares, de vizinhança e políticas.

Perfis Explicados

  1. Perfil 1: Renda familiar abaixo da média, mas baixa adversidade. Uma boa parte das crianças se encaixa aqui.
  2. Perfil 2: Alta riqueza familiar e de bairro. Essas crianças estão indo muito bem, e gostamos delas.
  3. Perfil 3: Baixa renda familiar, mas enfrentando adversidade nos bairros. Essas crianças têm mais dificuldades.
  4. Perfil 4: Alta renda familiar. A vida é boa para essas crianças.
  5. Perfil 5: Experiências adversas na família, escola e bairro. Infelizmente, muito poucas crianças se encaixam aqui.
  6. Perfil 6: Segurança no bairro, mas baixa renda familiar.
  7. Perfil 7: Interações familiares adversas e baixa participação escolar, mas com renda acima da média.
  8. Perfil 8: Riqueza tanto na família quanto no bairro, com algumas políticas liberais.
  9. Perfil 9: Alto conflito familiar e baixa participação escolar. Não é um lugar divertido para estar!

O Caminho do Ambiente para o Comportamento

Uma vez que os pesquisadores mapearam esses perfis, eles puderam explorar como eles afetam o desenvolvimento cerebral e o comportamento. Descobriram que os ambientes impactam áreas subcorticais do cérebro, o que, por sua vez, pode afetar como os jovens se comportam.

Efeitos Diretos

Por exemplo, crianças que vivem em famílias e bairros ricos tendem a ter volumes cerebrais subcorticais maiores. Isso significa que seus cérebros podem estar mais preparados para lidar com desafios. Por outro lado, crianças que enfrentam adversidades mostraram volumes cerebrais menores, levando a mais comportamentos externalizantes, como agressão.

Efeitos Indiretos

A análise do caminho também revelou efeitos indiretos. Isso significa que um bom ambiente pode levar a um melhor desenvolvimento cerebral, o que pode resultar em menos problemas de comportamento. É como um jogo de dominós—uma mudança positiva pode desencadear toda uma reação em cadeia.

Focando em Soluções

Entender como esses fatores interagem pode nos guiar para soluções melhores. Saber que múltiplas adversidades se correlacionam com resultados piores destaca a importância de políticas que abordem essas questões. Se soubermos onde estão os problemas, podemos trabalhar para consertá-los.

Implicações das Políticas

Esforços para melhorar as condições de vida, aumentar a qualidade das escolas e criar ambientes familiares de apoio podem ajudar as crianças a prosperar. É como plantar sementes em um jardim—um solo bom e o cuidado adequado levarão a flores lindas.

Limitações e Direções Futuras

Embora a pesquisa forneça insights valiosos, ainda existem lacunas. Por exemplo, nem todas as medidas cerebrais foram consideradas, e alguns fatores ambientais que afetam problemas internalizantes foram deixados de fora. Pesquisas futuras devem buscar preencher essas lacunas e fornecer uma imagem mais completa.

Conclusão

Em resumo, os ambientes onde os adolescentes crescem têm uma influência significativa no desenvolvimento de seus cérebros e comportamentos. Entender esses vínculos é crucial para criar intervenções eficazes. Trabalhando em múltiplos fatores, podemos ajudar a moldar caminhos de desenvolvimento mais saudáveis para os jovens. No final das contas, apoiar nossa juventude é um investimento em um futuro mais brilhante para todos.

Agora vai lá e pega um lanche e pensa em como você pode ajudar as mentes jovens ao seu redor!

Fonte original

Título: Integrating multi-system environmental factors to predict brain and behavior in adolescents

Resumo: ObjectiveEnvironmental factors have long been shown to influence brain structure and adolescent psychopathology. However, almost no research has included environmental factors spanning micro-to-macro-systems, brain structure, and psychopathology in an integrated framework. Here, we assessed the ways and degree to which multi-system environmental factors during late childhood predict subcortical volume and psychopathology during early adolescence. MethodWe used the baseline and 2-year follow-up data from the Adolescent Brain Cognitive DevelopmentSM Study (N = 2,766). A Bayesian latent profile analysis was applied to obtain distinct multi-system environmental profiles during late childhood. The profiles were used in a path analysis to predict their direct and indirect effects on subcortical volume and psychopathology during early adolescence. ResultsBayesian latent profile analysis revealed nine environmental profiles. Two distinct profiles predicted greater externalizing problems in adolescents: (i) adversity across, family, school, and neighborhood systems and (ii) family conflict and low school involvement. In contrast, a profile of family and neighborhood affluence predicted fewer externalizing difficulties. Further, family and neighborhood affluence predicted higher subcortical volume, which in turn, predicted fewer externalizing problems; whereas, family economic and neighborhood adversity predicted lower subcortical volume, which in turn, predicted greater externalizing difficulties. ConclusionWe captured direct and indirect influences of environmental factors across multiple systems on externalizing psychopathology. Specifying the equifinal pathways to externalizing psychopathology serves to provide an evidence base for establishing different types of interventions based on the needs and risk profiles of youth. Diversity and Inclusion StatementThe current study is part of the ongoing Adolescent Brain Cognitive DevelopmentSM Study (ABCD Study(R)) for which youth are recruited from elementary schools in the United States that are informed by gender, race, ethnicity, socioeconomic status, and urbanicity. The ABCD Study(R) aims to recruit youth longitudinally by sampling the sociodemographic makeup of the US population. Two of the authors self-identifies as a member of one or more historically underrepresented racial and/or ethnic groups in science. One of the authors identifies as a part of an underrepresented gender group in science. The authors also are representative of the communities for which data was collected and contributed to design, analysis, and/or interpretation of the work. Finally, every effort was made to cite the work of authors from underrepresented and minoritized groups in academic research.

Autores: Jivesh Ramduny, Samuel Paskewitz, Inti A. Brazil, Arielle Baskin-Sommers

Última atualização: 2024-12-17 00:00:00

Idioma: English

Fonte URL: https://www.biorxiv.org/content/10.1101/2024.12.17.628982

Fonte PDF: https://www.biorxiv.org/content/10.1101/2024.12.17.628982.full.pdf

Licença: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

Alterações: Este resumo foi elaborado com a assistência da AI e pode conter imprecisões. Para obter informações exactas, consulte os documentos originais ligados aqui.

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