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# Informática# Robótica

Aumentando a segurança na colaboração homem-robô

O controle adaptativo melhora o trabalho em equipe entre robôs e humanos em tarefas de fabricação.

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Em muitas tarefas de manufatura, robôs e humanos trabalham juntos. Isso pode incluir atividades como furar, polir e cortar. No entanto, trabalhar juntos de forma segura e eficiente é importante. Quando um robô interage com um humano, ele precisa saber o que a pessoa está tentando fazer a qualquer momento. Essa compreensão ajuda o robô a ajustar suas ações para apoiar o humano sem causar acidentes ou atrasos.

Interação Humano-Robô

A interação humano-robô (HRI) acontece quando robôs e pessoas trabalham de perto. O principal objetivo da HRI é garantir que ambas as partes consigam se comunicar de forma eficaz e realizar suas tarefas com segurança. Na manufatura, isso muitas vezes envolve diferentes fases ou etapas em uma tarefa. Por exemplo, em uma tarefa de furação, o humano pode primeiro conectar uma ferramenta, depois guiá-la e, finalmente, fazer contato com a peça de trabalho.

Reconhecer essas fases é crucial. Se os robôs conseguem identificar o que um humano está fazendo, eles podem ajustar seu comportamento de acordo. Isso leva a um trabalho em equipe mais suave, menos esforço do humano e uma redução significativa de erros.

O Problema com Parâmetros Fixos

Em muitas tarefas físicas de interação humano-robô, usar configurações fixas pode causar problemas. Por exemplo, uma configuração de baixa resistência pode ser necessária quando um humano está guiando um robô. Mas quando o robô faz contato, pode ser necessário uma resistência maior para estabilidade.

Se o robô não consegue alternar entre essas configurações de maneira eficaz, isso pode criar problemas. Se um robô espera muito tempo para aumentar a resistência, pode causar movimentos inesperados ou até acidentes. Por outro lado, se o robô aumentar a resistência muito cedo, pode dificultar a tarefa para o humano.

Solução: Controle Adaptativo

Para resolver esses problemas, os pesquisadores estão desenvolvendo sistemas de controle adaptativo. Esses sistemas mudam suas configurações com base no que o humano está fazendo. Usando sensores para coletar informações sobre os movimentos do robô e do humano, o robô pode ajustar sua resposta em tempo real.

Um controlador adaptativo poderia envolver duas partes principais: uma parte reconhece a fase atual da tarefa e outra parte estima o que o humano pretende fazer em seguida. O reconhecedor de fase identifica se o humano está conectando uma ferramenta, guiando o robô ou fazendo contato com a peça de trabalho. O estimador prevê quão avançado o humano está na fase de guia e quando fará contato.

Design do Experimento

Para testar essas ideias, experimentos foram projetados usando ambientes virtuais e reais.

Configuração do Ambiente Virtual

No ambiente virtual, participantes humanos usaram um robô equipado com um controlador que podia adaptar suas configurações. Os participantes foram solicitados a realizar tarefas como furar ou empurrar contra uma mola. O objetivo era ver se o controlador adaptativo poderia reduzir com sucesso o esforço necessário do humano e aumentar a estabilidade durante o contato.

A configuração virtual permitiu que os pesquisadores simulassem diferentes condições enquanto coletavam dados sobre a interação humano-robô. Essa abordagem facilitou o treinamento do sistema adaptativo sem os custos e limitações dos testes físicos.

Aplicação no Mundo Real

Após os testes em um ambiente virtual, os mesmos sistemas foram implementados em tarefas do mundo real. Participantes furaram compensado enquanto o robô ajustava suas configurações com base no Feedback em tempo real das ações humanas. Essa transição do virtual para o físico teve como objetivo determinar se os modelos ainda poderiam funcionar efetivamente fora da simulação.

Resultados

Eficácia do Controlador Adaptativo

Os resultados mostraram que o controlador adaptativo melhorou significativamente a eficiência das tarefas. Os participantes experimentaram 57% menos esforço ao guiar o robô durante a fase de direção. Além disso, houve uma redução de 53% nas oscilações indesejadas quando o robô fez contato com a peça de trabalho. Isso sugeriu que o sistema adaptativo melhorou efetivamente a segurança e a facilidade da interação.

Métricas de Desempenho

O desempenho do sistema foi avaliado usando várias métricas. Por exemplo, a precisão de detectar em qual fase o humano estava chegou a 84%. Da mesma forma, o Estimador de Movimento conseguiu prever quão avançado o humano estava na fase de guia com uma taxa de sucesso refletida por uma alta pontuação R-quadrada, indicando previsões próximas aos resultados reais.

Importância de Antecipar o Contato

Um dos principais insights dos experimentos foi a importância de antecipar quando o contato ocorreria. Ao reconhecer o movimento pretendido do humano antes de fazer contato, o robô poderia ajustar suas configurações de resistência com antecedência. Essa abordagem proativa ajudou a evitar comportamentos inesperados, aumentando a estabilidade geral.

Vantagens do Treinamento Virtual

Treinar o sistema adaptativo em um ambiente virtual tem inúmeras vantagens. Permite rápidas iterações e testes sem os custos associados a materiais físicos. Além disso, ambientes virtuais podem ser ajustados facilmente para testar diferentes cenários, fornecendo um conjunto robusto de dados para os modelos adaptativos.

Conclusão

A pesquisa destaca o potencial dos sistemas de controle adaptativo em melhorar a colaboração entre humanos e robôs em tarefas de manufatura. Reconhecendo a intenção humana e ajustando-se de acordo, os robôs podem aumentar significativamente a eficiência e a segurança das tarefas compartilhadas. Esse trabalho pode levar a aplicações mais amplas em diversas áreas, promovendo interações mais intuitivas e seguras entre humanos e robôs.

Direções Futuras

Olhando para o futuro, há várias áreas para mais pesquisas. Um aspecto envolve desenvolver melhores métodos para detectar a intenção humana em ambientes diversos. Garantir que os robôs possam operar efetivamente mesmo em ambientes imprevisíveis será crucial.

Outra direção promissora é investigar como refinar os parâmetros adaptativos com base no aprendizado em tempo real. Técnicas de aprendizado por reforço poderiam ajudar os robôs a otimizar suas respostas com base em interações passadas, aprimorando assim sua capacidade de trabalhar ao lado dos humanos.

Em última análise, este estudo abre portas para novas possibilidades para a robótica no local de trabalho, incentivando inovações que ajudarão a maximizar o potencial humano enquanto minimizam os riscos.

Fonte original

Título: Efficient and Safe Contact-rich pHRI via Subtask Detection and Motion Estimation using Deep Learning

Resumo: This paper proposes an adaptive admittance controller for improving efficiency and safety in physical human-robot interaction (pHRI) tasks in small-batch manufacturing that involve contact with stiff environments, such as drilling, polishing, cutting, etc. We aim to minimize human effort and task completion time while maximizing precision and stability during the contact of the machine tool attached to the robot's end-effector with the workpiece. To this end, a two-layered learning-based human intention recognition mechanism is proposed, utilizing only the kinematic and kinetic data from the robot and two force sensors. A ``subtask detector" recognizes the human intent by estimating which phase of the task is being performed, e.g., \textit{Idle}, \textit{Tool-Attachment}, \textit{Driving}, and \textit{Contact}. Simultaneously, a ``motion estimator" continuously quantifies intent more precisely during the \textit{Driving} to predict when \textit{Contact} will begin. The controller is adapted online according to the subtask while allowing early adaptation before the \textit{Contact} to maximize precision and safety and prevent potential instabilities. Three sets of pHRI experiments were performed with multiple subjects under various conditions. Spring compression experiments were performed in virtual environments to train the data-driven models and validate the proposed adaptive system, and drilling experiments were performed in the physical world to test the proposed methods' efficacy in real-life scenarios. Experimental results show subtask classification accuracy of 84\% and motion estimation R\textsuperscript{2} score of 0.96. Furthermore, 57\% lower human effort was achieved during \textit{Driving} as well as 53\% lower oscillation amplitude at \textit{Contact} as a result of the proposed system.

Autores: Pouya P. Niaz, Engin Erzin, Cagatay Basdogan

Última atualização: 2024-07-19 00:00:00

Idioma: English

Fonte URL: https://arxiv.org/abs/2407.14161

Fonte PDF: https://arxiv.org/pdf/2407.14161

Licença: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

Alterações: Este resumo foi elaborado com a assistência da AI e pode conter imprecisões. Para obter informações exactas, consulte os documentos originais ligados aqui.

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