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# Física # Relatividade Geral e Cosmologia Quântica

Repensando a Gravidade: O Que Há Além das Estrelas

Teorias de gravidade modificada podem mudar nossa visão do universo.

Ganesh Subramaniam, Avik De, Tee-How Loo, Yong Kheng Goh

― 8 min ler


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Quando olhamos para o céu à noite, é de deixar qualquer um de queixo caído. Ele tá cheio de milhões de estrelas, galáxias e, de vez em quando, uma estrela cadente. Mas por trás de toda essa beleza tem uma teia complicada de leis físicas que governam o universo. Um dos maiores jogadores dessa dança cósmica é a Gravidade. Enquanto a gente já tem uma noção de gravidade, os cientistas tão sempre buscando formas de entender isso melhor, especialmente na hora de explicar os mistérios do universo.

O que é Gravidade?

Gravidade é a força que puxa os objetos um pro outro. É por isso que uma maçã cai da árvore e por que os planetas giram em torno do sol. O Sir Isaac Newton descreveu a gravidade como uma força entre dois objetos, tipo a Terra e a maçã. Mas o Albert Einstein levou isso um passo adiante ao sugerir que gravidade não é só uma força; é também uma curvatura no espaço e no tempo causada pela massa. Imagina um trampolim: quando você coloca um objeto pesado no centro, ele faz uma depressão. Essa depressão representa como a massa influencia o espaço ao redor, dobrando o caminho de objetos menores que tentam rolar por perto.

O Modelo Padrão da Cosmologia

Por anos, os cientistas usaram um modelo chamado Modelo de Matéria Escura Fria (CDM) pra explicar a estrutura e o comportamento do universo. Esse modelo combina a relatividade geral com a ideia de matéria escura e Energia Escura, dois conceitos difíceis de entender que parecem compor a maior parte do universo. A matéria escura é como um amigo escondido numa festa — ninguém consegue vê-lo, mas ele tem uma influência forte sobre como as coisas se movem e interagem. Já a energia escura é a razão pela qual o universo tá se expandindo num ritmo acelerado, como um balão sendo enchido.

Mas o modelo CDM não é perfeito. Ele levanta várias questões importantes, como por que a densidade de energia escura e matéria escura parece tão parecida em números. É como se duas pessoas numa festa fossem estranhamente parecidas em altura e peso, mas ninguém sabe por quê. Alguns cientistas acham que o modelo CDM precisa de uma atualização, como um celular antigo que precisa de um novo sistema operacional.

Entram as Teorias de Gravidade Modificada

Pra responder essas perguntas, os cientistas têm investigado teorias de gravidade modificada, que são abordagens alternativas à gravidade tradicional. Essas teorias tentam simplificar ou mudar nossa compreensão da gravidade pra combinar melhor com as observações.

Uma dessas alternativas é conhecida como gravidade teleparalela simétrica. Nessa teoria, o espaço ao redor dos objetos é influenciado pela não-metricidade do espaço-tempo em vez de apenas pela sua curvatura. Imagina que, em vez de ser influenciado só pela forma de uma colina, uma bola pudesse sentir também a tensão na grama. Isso permite uma abordagem diferente de como a gravidade interage com a matéria.

Por que Explorar a Gravidade Modificada?

O principal objetivo dessas teorias de gravidade modificada é lidar com os problemas do modelo CDM. Ao olhar a gravidade de uma nova forma, os cientistas esperam explorar se fenômenos atribuídos à matéria escura poderiam ser explicados através da gravidade modificada. Essa exploração pode dar uma ideia do porquê o universo se comporta da forma que se comporta e ajudar a entender o que vemos no cosmos.

Além disso, ao considerar outros fatores nas interações gravitacionais, as teorias de gravidade modificada podem esclarecer a formação da estrutura do universo, ou seja, como as galáxias e outras estruturas cósmicas surgiram.

Como a Perturbação se Encaixa?

Pra entender as implicações das teorias de gravidade modificada, os cientistas costumam usar um método chamado teoria da perturbação cosmológica. Essa abordagem examina como pequenas flutuações na densidade de energia do universo crescem com o tempo e evoluem para as estruturas em grande escala que vemos hoje, como galáxias e aglomerados.

Pensa nisso como ondas em um lago. Quando você joga uma pedrinha num lago calmo, ela cria ondas que se espalham. Essas ondas representam pequenas mudanças na densidade de energia. Com o tempo, essas mudanças podem levar à formação de estruturas maiores, como ondas se juntando pra formar ondas maiores.

A Evolução do Contraste de Densidade

Uma parte dessa pesquisa envolve estudar algo chamado contraste de densidade, que mede quão diferente a densidade da matéria em uma determinada região é da densidade média do universo. A evolução desse contraste de densidade é crucial pra entender como as estruturas se formam.

Em termos simples, se a gente pensar no universo como gelatina, o contraste de densidade pode ser comparado a como os pedaços de fruta diferem da gelatina; às vezes, você tem uma seção super frutal, enquanto em outras, é mais gelatina. Entendendo como esses contrastes evoluem, os cientistas conseguem prever a estrutura do universo em vários momentos no tempo.

Espaço-tempo de Fundo e Métricas

Nas teorias de gravidade modificada, os cientistas costumam considerar um tipo de espaço chamado métrica Friedmann-Lemaître-Robertson-Walker (FLRW), que é usada pra descrever um universo homogêneo e isotrópico. Esse termo chique basicamente significa que em uma grande escala, o universo parece uniforme em todas as direções, muito parecido com como um bolo bem assado e uniformemente crescido parece de diferentes ângulos.

As equações que surgem nesse contexto ajudam a descrever como a densidade de matéria e energia evolui com o tempo. Essas equações levam em conta o espaço-tempo de fundo, que é como a tela na qual a história do universo se desenrola.

O Valor das Aproximações

Na busca pra analisar estruturas cósmicas, os cientistas costumam usar algumas aproximações pra tornar suas equações mais fáceis de lidar. Duas aproximações comuns são as suposições quasi-estáticas e sub-horizonte.

A aproximação quasi-estática assume que as mudanças acontecem devagar o suficiente pra que o sistema não sinta os efeitos do tempo. É como quando você tá dirigindo um carro a uma velocidade constante, e tudo do lado de fora parece se mover suavemente, em vez de experimentar os movimentos caóticos de uma perseguição em alta velocidade.

Por outro lado, a aproximação sub-horizonte afirma que as perturbações no universo são pequenas em comparação ao seu tamanho geral. Imagina uma pequena onda na superfície de um vasto oceano; essa onda não vai afetar todo o corpo d'água.

Ambas as aproximações simplificam as equações necessárias pra estudar o universo, tornando-as mais gerenciáveis para os cientistas.

Explorando o Crescimento de Estruturas

Em seguida, os cientistas focam no crescimento de estruturas ao longo do tempo — como pequenas flutuações podem se tornar galáxias, estrelas e planetas. Pra entender isso, eles analisam o Fator de Crescimento, que mede quanto as flutuações de densidade aumentam com o tempo.

Se continuarmos com a analogia da gelatina, o fator de crescimento mostra quanto mais fruta é adicionada a certas áreas da gelatina com o tempo. Algumas partes podem ficar mais "gordas", parecendo galáxias futuras, enquanto outras permanecem relativamente vazias.

A Importância do Índice de Crescimento

O índice de crescimento é outro conceito chave pra entender como as estruturas evoluem no universo sob as teorias de gravidade modificada. Esse parâmetro ajuda os pesquisadores a determinar a relação entre o fator de crescimento e a densidade, ligando isso às observações do cosmos.

Em essência, o índice de crescimento age como um semáforo pra sinalizar como as estruturas crescem no universo. Ele ajuda os cientistas a entender se estão no caminho certo ao estudar as teorias de gravidade modificada e se essas teorias podem se sustentar contra as observações.

Conclusão: Um Universo Cheio de Possibilidades

Pra concluir, as teorias de gravidade modificada oferecem um caminho empolgante pros cientistas que tão tentando desvendar os mistérios do universo. Ao examinar a gravidade por novas lentes, os pesquisadores esperam ganhar novas percepções sobre como os aglomerados de galáxias se formam, como as estruturas evoluem e quais papéis a matéria escura e a energia escura desempenham nessa grande história.

Embora a jornada pelo cosmos possa ser complexa e cheia de perguntas, cada nova descoberta aproxima os cientistas de compreender o universo que todos nós chamamos de lar. Quem sabe? Agora que estamos armados com teorias de gravidade modificada, podemos em breve descobrir que até o céu noturno guarda segredos esperando pra serem revelados, assim como um mágico revela os truques por trás da cortina. Então, da próxima vez que você olhar pras estrelas, lembre-se de que tem muito mais no universo do que parece, e os cientistas tão trabalhando duro pra decifrar seus mistérios, uma equação de cada vez.

Fonte original

Título: Scalar perturbation and density contrast evolution in $f(Q,C)$ gravity

Resumo: The symmetric teleparallel theory offers an alternative gravitational formulation which can elucidate events in the early and late universe without requiring the physical existence of dark matter or dark energy. In this formalism, $f(Q, C)$ gravity has been recently introduced by incorporating the boundary term $C$ with the non-metricity scalar $Q$. In this paper, we develop the theory of cosmological scalar perturbation for $f(Q, C)$ gravity, and retrieve that of $f(\mathring{R})$ and $f(Q)$ gravity from our result. The analysis assumes a model-independent approach within these theories that adheres to the conventional continuity equation at the background level. We derive the density contrast equation by employing some standard cosmological approximations, where the $f(Q, C)$ theory is encoded in the effective Newtonian constant $G_{eff}$. Finally, we derive the evolution equation of density growth $f_g$.

Autores: Ganesh Subramaniam, Avik De, Tee-How Loo, Yong Kheng Goh

Última atualização: 2024-12-06 00:00:00

Idioma: English

Fonte URL: https://arxiv.org/abs/2412.05382

Fonte PDF: https://arxiv.org/pdf/2412.05382

Licença: https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/

Alterações: Este resumo foi elaborado com a assistência da AI e pode conter imprecisões. Para obter informações exactas, consulte os documentos originais ligados aqui.

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